quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

SENA, Odenildo. Lingüística e ensino da língua materna. In: - Palavra, Poder e Ensino da Língua. 2º ed. Manaus: valer, 2001, p. 41-45.


O autor aborda em sua obra o ensino da língua baseado principalmente na gramática tradicional atrelando-se as atitudes normativas, como falar de forma correta a língua. Saussure diz que a língua é um sistema que a lingüística toma como um objeto de estudo sendo atrelada no formalismo e ao funcionalismo, onde o formalismo tem como função estudar as organizações das palavras como sua estrutura e o funcionalismo estudar os contextos da frase tudo que ela quer exprimir para o leitor ou ouvinte.
 A língua possui um papel fundamental na sociedade quando se trata de comunicação. Dessa forma obtém um emissor – a língua ou código – receptor. A língua esta em constante mutação, variando-se sócio-culturalmente em um determinado povo, comunidade ou sociedade. A língua pode ser conceituada como um sistema de comunicação verbal herdado por um determinado povo. Se a língua pode ser estuda como um sistema de comunicação pela lingüística é importante frisar que a mesma pode ser definida como um sistema organizado onde cada elemento lingüístico necessita-se um do outro. Algumas línguas como o latim, o grego, assim como tantas outras são cuidadosamente analisada pelos lingüistas. Esses estudos buscam compará-las de forma correta sem fugir do significado semântico. A linguagem escrita é mais formal e erudita, pois envolve questões da grafia das palavras, estruturação das frases, função e principalmente o encadeamento de ideias e lógicas.

SENA, Odenildo. Ideologia e discurso pedagógico. In: - Palavra, Poder e Ensino da Língua. 2º ed. Manaus: valer, 2001, p. 31-38.


 O autor retrata que escola é uma instituição que desempenha um papel social de reprodução da realidade, descumprindo sua função social de ensinar os alunos a produzir o conhecimento. A escola apresenta uma hierarquia cujo assume uma função dissimuladora levando em conta somente o que esta representando o livro didático LD. O LD é apenas um reprodutor da realidade já existente, apresentando uma ideologia dominante.  Retrata ainda que os professores não estão ainda de fato preparados para administrar seus conteúdos, pois não  tem o domínio do assunto escolhido pelo conselho pedagógico da escola.  Sena atrela muito ao impinotismo do aluno ao assunto discutido pelo professor em sala de aula. Quanto menos preparo menos aprendizado do aluno e do professor. Ele apresenta em sua obra uma importante relação, a hierarquia – o livro didático – aprendizagem  do aluno.
A ideologia é um conjunto de ideias ou pensamentos de uma pessoa ou de um grupo de indivíduos e pode estar ligada a coes políticas, econômicas e sociais.  Marx apresenta a ideologia das classes dominantes onde fala que o principal objetivo é manter os mais ricos no controle da sociedade.
O discurso é o lugar por excelência das determinações sociais produzido por diferentes sujeitos em lugares diferentes e de forma diferente. O mesmo pode ser verbal como também escrito observando a semântica e mensagem deixada pelo discursor.


SENA, Odenildo. Gramática e gramatiquice. In: - Palavra, Poder e Ensino da Língua. 2º ed. Manaus: valer, 2001, p.59-63


O autor apresenta em sua obra uma problemática do combate desenfreado da gramática buscando aprimorar verdadeiramente o uso da comunicação e o poder que é a língua. Apresenta também as diferenças de gramática e gramatiquice, onde a gramática possui um ponto de vista dedutivo, e é um desempenho adquirido pelo falante, diz também que a gramática parte da realidade linguística  dos falantes, favorecendo então uma nova linguagem, uma nova língua, e a gramatiquice que envolve o falante num cipoal de regras muitas delas voltada pra a sintaxe. Na gramática  o falante tem a liberdade expressar sua falas sem se preocupar com regras e a gramatiquice por ser mais opressora requer do falante mais limitações onde o mesmo poderia falar somente de forma correta respeitando as regras dotadas e a serem seguidas.  A gramática Poe a liberdade de o aluno escrever o que ele deseja e submete a essa escrita apenas alguns ajustes, diferente da gramatiquice que quer a escrita toda correta e se houver erros considera-se a escrita errada. Resgata ainda alguns autores como Luft que diz, “o clássico professor de língua portuguesa entende tudo de gramática, tem tudo necessário para mascarar com nomenclaturas, regras, exceções. Em compensação, escreve mal (quando escreve) e esquece que ensinar a língua é fazer falar e escrever com clareza e eficiência.”.

SENA, odenildo. Os entraves para uma metodologia centrada no aluno, IN: palavra, poder e ensino da língua – Manaus, editora valer, 2001.


O autor aborda em sua obra os entraves centrados no professor para uma boa explanação dos assuntos voltados aos seus alunos. Ao tratar do uso das tecnologias vimos que hoje em dia a maioria dos professores ainda não tem o total conhecimento das tecnologias voltadas para o ensino. O uso do notebook é um exemplo desses entraves. Muitos professores ainda não tem o conhecimento de como utilizar esse material para um aprendizado dos alunos. Outros entraves que ele cita é a insegurança dos professores na metodologia voltada para o melhor aprendizado do aluno. A ausência do domínio nos assuntos faz com que os alunos sintam dificuldades em conhecer melhor o que ta se tratando nos temas, nas aulas administradas pelos professores. Outro fator é o livro didático, ainda encontramos professores que fazem reprodução dos livros. Falam somente o que está escrito nesse material de ensino sem aprofundar o assunto dando aos alunos a dificuldade de aprender e quando lança um trabalho não sabem responder com firmeza, a maioria dos professores querem uma resposta que exatamente igual ao livro que lhe é enviado pelo correio. O LIVRO DO PROFESSOR. O ensino voltado aos alunos está a desejar, pois a maioria dos professores e também dos alunos estão focados somente nas notas. A preocupação com as notas que os alunos devem tirar acaba prejudicando o aprendizado de ambos.

A METAMORFOSE Franz Kafka


O livro a metamorfose de Franz Kafka retrata a historia de um ser que em determinado dia ao acordar se depara a um inseto monstruoso. Gregor Samsa era um caixeiro viajante cuja vida era sempre trabalhar, vivia sempre a cumprir exigências e passava por uma ameaça de que não cumprisse com suas obrigações dentro da empresa onde trabalhava correria o risco de ser demitido pelo seu patrão, Sr Gerente, devido a uma divida que havia contraído durante o período de aflição de sua vida. Em casa também  não era diferente. A família de Sansa exigia muito de si, fazendo cumprir com as suas obrigações não dentro da empresa como também na casa. O pai de Gregor, senhor Samsa, é aposentado e sua mãe senhora Samsa doente e sofria de asma. A vida de Gregor era de responsabilidades, pois era o único que ainda podia trabalhar e a família passava por uma dificuldade financeira terrível.
Gregor samsa sentia-se esmagado e sem forças para tantas metas a cumprir. Sentia-se solitário e não tinha amigos, namorada e ao cair da noite ao fechar a porta de seu quarto vivia a refletir a vida no trabalho, o gerente, o caixeiro, os funcionários, os amigos... vivia atordoado com tanta coisa.
Gregor vivia sempre nesse patamar da vida. Um dia percebendo que Samsa havia perdido o trem que o levaria para o trabalho, a senhora Samsa resove então chama-lo e levou a ele chamar ate que responde com uma voz deferente e esquisita, assustada  resolve chamar o medico contando que lhe havia estar adoentado. Gregor custava a se levantar da cama e o chefe o ameaçava de tira-lo do trabalho. Assim começa a vida flagelosa de Samsa que havia a se transformar em um asqueroso e monstruoso inseto que agia e pensava como um ser humano sem perceber sua diferença corporal. A de Gregor ao saber que o mesmo havia tornado-se um inseto passa a odia-lo e ele menosprezado, sem serventia para com sua família. Não gostava dos alimentos que comia quando era humano e sim restos de alimentos desses de mal cheiro. A secretaria era a única que o compreendia e o ajudava sempre. Os pais de Gregor agora monstro, por tornar um problema maior para a casa queriam de todas as formas livrar-se  dele.
Gregor foi morto esmagado por uma maçã arremessada pelo seu pai que o atingiu nas costas. Em um momento varrendo limpando a casa, a secretaria, cujo nome é Ana, desfaz-se do inseto e a família passa a então ter uma vida de alegrias e sem preocupações por parte de Gregor.


REFLEXÃO:
A narrativa, metamorfose, nos mostra o quanto somos diferentes e muitas das vezes desprezamos as pessoas que mais nos ama por se tornar uma pessoa diferente de nós. Julgamos de forma errada, pisoteamos e muitas das vezes atropelamos as pessoas por ser diferente. Em certo momento chata em outros momentos felizes que pela  nossa arrogância se torna insuportável.